A LeapAssets apresentou na sexta-feira o núcleo de apartamentos que marca o arranque do projecto de (re)desenvolvimento urbano Portela da Villa, em Torres Vedras. Esta oferta inicial é constituída por dezasseis unidades de tipologias T2 e T3, que entram na fase de pré-reserva comercial e que chegarão ao mercado com preços a partir de  240.000 euros.

Na ocasião foi ainda apresentado  – à comunidade local, social e económica – o conceito de base para a revitalização desta urbanização estrutural em Torres Vedras, a qual prevê a fixação de 3.000 residentes num projecto com cerca de 800 fogos, que engloba ainda áreas de comércio e serviços, bem como uma envolvente com valências de socialização, lazer, desporto, conveniência e extensas áreas verdes. No global, o desenvolvimento total da Portela da Villa necessitará de um investimento superior a 200 milhões de euros, de forma faseada que recorrerá a diversos modelos de parceria a nível de investimento e promoção.

Localizado a 5 minutos de Torres Vedras e apenas 30 minutos de Lisboa,  na saída 9 da A8, o empreendimento utiliza a sua inserção geográfica  e relação qualidade/Preço como argumentos fortes da campanha de venda.

Georges Bou Jaoude, Managing Director da LeapAssets, a empresa master developer que dinamiza o projecto e que assume a gestão da promoção deste primeiro edifício, explica “que este é o pontapé de saída para a criação de uma das mais importantes soluções para a crise habitacional que Portugal enfrenta. É urgente disponibilizar casas a preços ajustados aos rendimentos das famílias e que, simultaneamente, essas casas proporcionem uma boa qualidade de vida em termos de conforto, segurança, sustentabilidade e mobilidade”.

“É justo que as famílias portuguesas e os jovens em início de vida possam ter uma casa nova de qualidade, garantindo estas condições e que isso não implique prescindirem da proximidade a centros urbanos importantes. Acreditamos que, Torres Vedras incorpora todos estes atributos, conjugando urbanidade e conveniência num raio de 30 minutos de distância de Lisboa, e que a Portela da Villa, na forma como está a ser repensada para o futuro, vai transformar esta região num dos destinos residenciais mais apetecíveis em alternativa a Lisboa”, diz.

16 unidades T2 e T3

Os primeiros apartamentos da Portela da Villa contemplam dezasseis unidades T2 e T3, com áreas entre os 74 m2 e os 138 m2, às quais se somam generosas varandas e terraços, que no caso das tipologias de maior dimensão poderão contemplar espaços adicionais de 40 m2. Neste momento em fase final do projecto de arquitectura, os apartamentos distinguem-se pelas áreas generosas, quer dos cómodos sociais quer dos privados, beneficiando também de excelente luz natural, além de disporem de uma organização funcional flexível e adequada aos requisitos da vida contemporânea. Os equipamentos de qualidade, materiais sustentáveis e uma forte aposta na eficiência energética nos sistemas de conforto e gestão da casa são outros trunfos destes apartamentos. Além destas novas unidades, estão já em construção e em fase de comercialização duas moradias em banda, com áreas interiores em torno dos 280 m2, ambas integrando piscina e jardim privado.

“Estes primeiros projectos são a montra ideal da nossa visão para a Portela da Villa”, diz Georges Bou Jaoude. “Queremos disponibilizar uma solução habitacional para as famílias e jovens que não consuma mais que a fatia do seu rendimento aconselhada para satisfazer as necessidades de habitação, sem que isso implique prescindir do seu bem-estar, da proximidade a serviços, educação, comércio e cultura, e do acesso a uma casa de qualidade. A Portela da Villa personifica esta visão, ao mesmo tempo criando uma comunidade integrada, com preocupações de sustentabilidade na melhor localização da área de influência de Lisboa, Torres Vedras”, comenta o Managing Director da LeapAssets.

Para este responsável, “Torres Vedras é uma das zonas mais promissoras para a expansão residencial de Lisboa face à pressão que se faz sentir na capital e na sua primeira coroa. Conjuga bons acessos e proximidade a uma capital europeia, com um estilo de vida de uma cidade bem servida de serviços, comércio, saúde e ensino, cultura e lazer. É uma cidade perto da praia e tranquila, mas simultaneamente muito virada para o futuro a nível de ambiente e tecnologia, além de estar empenhada em melhorar a sua conectividade em termos de mobilidade e ligações de transportes”.

Para a região está previsto um reforço do investimento público nas áreas de acessos e mobilidade, incluindo a modernização e electrificação da linha ferroviária do Oeste, cuja primeira fase de obras prevê a ligação entre Sintra e Torres Vedras. No âmbito dos acessos rodoviários, está previsto um novo traçado da variação de ligação da A8, que numa fase inicial vai estar ligado à zona industrial das Palhagueiras e que poderá ser prolongado até Santa Cruz.

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