Com uma localização estratégica em Torres Vedras, a apenas 30 minutos de Lisboa, na saída 9 da A8, a urbanização promovida pela LeapAssets, com parcerias várias, irá disponibilizar entre 800 e 1000 casas (dependendo das tipologias que se venham a construir) com uma relação muito competitiva em termos de qualidade/preço.

O desenvolvimento será faseado, estimando-se um investimento global na ordem dos 200 milhões de euros, dinamizado pela LeapAssets através de vários modelos de parceria. O preço de comercialização estimado para um T2 de 80m2 ascenderá a 240 mil euros, ou seja: uma média de 3.000€/m2.

Em 2022, a LeapAssets assessorou a aquisição da maioria dos lotes disponíveis na urbanização Portela da Vila, junto a Torres Vedras, na região do Oeste. A urbanização tem cerca de 260 lotes, totalizando aproximadamente 140.000 m2  de área de construção acima do solo, na sua maioria de tipologia residencial, mas também comércio e serviços.

A urbanização terá capacidade para atrair perto de 3.000 residentes e criar uma nova centralidade, propondo um estilo de vida sustentável para as famílias modernas a preços competitivos.

Além de habitação, a Portela da Villa prevê ainda unidades de retalho e serviços, e uma panóplia de facilidades e estruturas também direccionados para o bem-estar e lazer.

A LeapAssets, empresa especializada na área de investimento imobiliário, apresentou hoje a sua mais recente aposta no mercado português. O empreendimento Portela da Villa afirma-se com uma solução para os desafios que o país enfrenta no acesso à habitação, marcados pela escassez de uma oferta adequada à capacidade financeira das famílias de classe média: a oferta de produto habitacional que lhes proporcione, simultaneamente, qualidade de vida em termos de conforto, segurança, sustentabilidade e mobilidade, com preços ajustados aos seus rendimentos.

“A região será ainda beneficiada pelo investimento público nas áreas de acessos e mobilidade, incluindo a modernização e electrificação da linha ferroviária do Oeste, cuja primeira fase de obras prevê a ligação entre Sintra e Torres Vedras” – diz a Presidente da Câmara de Torres Vedras.

Na ocasião esteve presente a presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Laura Rodrigues (PS), que reiterou a disponibilidade da autarquia em acolher um investimento desta natureza, o qual permitirá atrair população para o concelho com soluções residenciais sustentáveis e de qualidade.

A autarca sublinhou que Torres Vedras é “bem servida em termos de comércio, serviços e equipamentos culturais, de saúde e educação, com ligações inteligentes e amigas do ambiente, mas que não sofre a pressão das grandes urbes”. “A região será ainda beneficiada pelo investimento público nas áreas de acessos e mobilidade, incluindo a modernização e electrificação da linha ferroviária do Oeste, cuja primeira fase de obras prevê a ligação entre Sintra e Torres Vedras. No âmbito dos acessos rodoviários, está previsto um novo traçado da variação de ligação da A8, que numa fase inicial vai estar ligado à zona industrial das Palhagueiras e que prolongado até à praia de Santa Cruz” – adiantou.

“Mais do que um investimento imobiliário, queremos fazer parte da solução para a crise habitacional que Portugal atravessa e a qual acreditamos que ainda se vá estender por alguns anos. O nosso foco é criar habitação para as famílias portuguesas, adequada ao seu rendimento, sem que isso implique prescindir do seu bem-estar, da proximidade, serviços, educação, comércio e cultura, e do acesso a uma casa de qualidade. A Portela da Villa reúne tudo isso, criando uma comunidade sustentável, com um modo de vida responsável, casas com preços acessíveis e ajustados à capacidade financeira da classe média portuguesa, na melhor localização da área de influência de Lisboa, Torres Vedras”, comentou, por seu turno, Georges Bou Jaoude, Managing Director da LeapAssets.

 

O gestor, cuja empresa possui já vários empreendimentos promovidos em Lisboa, sublinhou que o que faz toda a diferença é o preço do terreno. O preço conseguido na aquisição do empreendimento Portela Vila é incomparavelmente mais baixo dos praticados na capital. A presidente da autarquia torreense referiu que o empreendimento inicial previsto para aquela região de Torres Vedras esteve 20 anos expectante, tendo sofrido as consequências do abandono da Base da Ota como localização do futuro aeroporto de Lisboa e, depois, as ondas de choque da crise financeira e imobiliária de 2008.

Os números da escassez de oferta habitacional

“Se olharmos para os dados estatísticos oficiais da habitação – sublinhou por seu lado Georges Bou Jaoude, Managing Director da LeapAssets -, vemos que os preços de venda das casas novas em Lisboa rondaram os 5.200 €/m2 no final de 2022, valor elevado se tivermos em conta o contexto económico da maioria dos portugueses, e que tem afastado a procura da capital por parte dos mesmos. Além disso, mantém-se uma escassez estrutural de oferta. No último ano, por cada casa nova que se construiu no país, foram vendidas nove, provando que a procura se mantém muito superior à capacidade de reposição da oferta. Aliás, esta é uma situação que está agora mais pressionada pelo aumento dos custos de construção, que em 2022 subiram cerca de 12%”.

Para o gestor, “há opções próximas de Lisboa que permitem continuar a usufruir do espírito cosmopolita de uma capital da Europa, com um salto considerável na qualidade de vida e a preços muito competitivos. O Oeste, especificamente Torres Vedras e seus arredores, é, para nós, a opção mais atractiva” – insistiu. “É uma região fascinante, com grande capacidade para atrair novos moradores. Tem baixa densidade, uma extensa frente de mar, vários hospitais, escolas, todos os retalhistas e serviços necessários para dar resposta às necessidades da vida moderna e está apenas a 30 minutos de carro de Lisboa”, diz ainda o responsável da LeapAssets.

Mínimo 800 fogos, máximo de 1000

A urbanização Portela da Villa contempla o desenvolvimento de cerca de 800 fogos entre moradias e apartamentos numa área bruta de construção acima do solo de aproximadamente 140.000 m2, os quais complementarão a componente residencial já construída e ocupada, que totaliza aproximadamente 70 fogos. No total, após o desenvolvimento de todo o imobiliário residencial, a Portela da Villa terá capacidade para fixar cerca de 3.000, criando uma comunidade integrada, no seio da Região Oeste.

Em termos do produto residencial, estão em estudo propostas para moradias geminadas, isoladas e em banda, bem como apartamentos, nas mais diversas tipologias, apostando-se em soluções contemporâneas, confortáveis, com valências, acabamentos e equipamentos de qualidade, sem esquecer o recurso a materiais e técnicas de construção sustentáveis. O design das habitações centra-se na experiência dos seus habitantes, com espaços interiores desenhados a pensar nos mais pequenos detalhes da vida quotidiana, conjugados com espaços exteriores privados, concebidos para usufruir de um estilo de vida mais saudável.

Valências e envolvente

Além da componente residencial, Portela da Villa prevê ainda o desenvolvimento de alguns lotes para uso de retalho, os quais estarão especialmente vocacionados para comércio de proximidade e conveniência, incluindo superfícies de média dimensão.

As habitações nascem integradas numa envolvente com infraestruturas diversificadas para criar uma experiência de vida mais positiva, com um ambiente de natureza e extensos espaços verdes, onde é possível socializar em família ou com outros residentes. Entre as valências que o empreendimento planeia disponibilizar incluem-se jardim público com quiosque e esplanada, zonas de lazer e bem-estar como pista de fitness, uma horta comunitária e uma área de barbecue e piquenique. As comodidades de conveniência previstas incluem áreas de apoio para animais de estimação, tratamento dos resíduos e mobilidade.

Complementarmente a esta envolvente que promove o sentido de comunidade, a Portela da Villa dispõe, no perímetro mais imediato, serviços para dar resposta às necessidades funcionais das famílias. Entre estas, a Escola Internacional de Torres Vedras, com oferta educativa que abrange desde o pré-escolar ao ensino secundário e um projecto pedagógico de elevada qualidade que conjuga os currículos nacional e internacional.

A presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, afirmou a este respeito, que a autarquia ficou particularmente bem impressionada com o projecto da LeapAssets para a região já que, antes de de se envolver no projecto imobiliário da Portela Villa, a empresa começou por adquirir o próprio colégio internacional, nele tendo investido um importante capital na sua modernização e reequipamento.

Investimento superior a 200 M€

O desenvolvimento da totalidade do projeto prevê um prazo de mais de 5 anos e um investimento de cerca de €200 milhões, envolvendo além da nova construção, a revitalização das áreas pré-existentes, especialmente as que são de usufruto público.

O pontapé de saída foi dado pela LeapAssets, promotor de 119 lotes, e prevê um modelo de investimento trifásico.  Assumindo-se como master developer da Portela da Vila, a LeapAssets pretende desenvolver dois terços dos 119 lotes para construção, num modelo de promoção com fundos próprios, e/ou de co-parceria com outros promotores, e através de um fundo de capital de risco, BlueCrow Development Fund I – Portuguese Property Fund, gerido pela BlueCrow, lançado em Março deste ano, focado no desenvolvimento imobiliário no Oeste, e especificamente na Portela da Villa.

Além das duas moradias em banda em fase de construção, actualmente em comercialização, a empresa e o fundo irão avançar com a construção de um prédio residencial com 8 a 10 fogos, com conclusão prevista para o início de 2025, o primeiro de vários projectos planeados para um futuro próximo, com caraterísticas semelhantes. O terço remanescente dos lotes será colocado em venda para desenvolvimento de promotores externos ou famílias que idealizem a sua casa de sonhos .

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